Osteopatia

Restabelece as funções do corpo e a saúde

O que é Osteopatia?

Introdução

A Osteopatia foi desenvolvida no século XIX pelo médico Dr. Andrew Taylor Still nos EUA. Trata-se de um tratamento natural reconhecido em toda Europa e outros países como Austrália e Canadá. Por ser amplamente efetivo integra do sistema público de saúde em vários países, além de ser recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como prática de saúde.

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É um sistema de avaliação com metodologia e filosofia próprias. A Osteopatia acredita que a doença é o resultado final de uma série de desequilíbrios e, pensando nisso, o seu objetivo é restabelecer o equilíbrio global do corpo focado no seu funcionamento adequado. Para isso, o osteopata utiliza a palpação e técnicas manuais delicadas que atuam nos locais que necessitam de intervenção, respeitando sempre os processos naturais do organismo.

Os problemas podem estar localizados em qualquer parte do corpo como, músculos, articulações, nervos, tecido conjuntivo, sistema circulatório, órgãos internos, ossos cranianos, meninges, vasos sanguíneos e linfáticos, etc. A finalidade é facilitar a capacidade do corpo de se restabelecer e se manter saudável.

Filosofia

Do grego osteón que significa estrutura e pathos manifestação, a osteopatia pode ser entendida como uma relação da estrutura corporal com suas manifestações. Quando a estrutura está em harmonia o resultado será um corpo saudável e se existe desequilíbrio o corpo torna-se enfermo.
A partir dessa análise Dr. Still estabeleceu quatro princípios fundamentais que são os pilares da filosofia osteopática.

01. A estrutura governa a função

Para que as funções corporais (movimento, respiração, digestão, etc.) sejam realizadas perfeitamente é necessário que as estruturas relacionadas a essas atividades estejam também em harmonia.

02. A unidade do corpo

O corpo é único e indivisível e todas as suas partes se relacionam entre si e se entrecruzam o tempo todo, ou seja, o problema pode surgir em um local específico, mas reflete e exerce sua influência sobre todo o corpo. Podemos ilustrar da seguinte forma: imagine que você atirou uma pedra no lago e formaram-se várias ondas que se propagam por todo o lago a partir do local atingido pela pedra. O local que foi atingido pela pedra é o local que apresenta a disfunção e as ondas são a repercussão dessa disfunção por todo o corpo.

03. Autocura

“O organismo humano é a farmácia de Deus” (Dr. A. T. Still).

O corpo possui todos os mecanismos para se autocurar, produzindo as substâncias que necessita para enfrentar uma doença e recuperar-se. Do ponto de vista osteopático é necessário encontrar e solucionar o impeditivo do caminho natural da cura do corpo.

04. A lei da artéria é absoluta

Todos os tecidos do corpo devem ter uma boa irrigação para alcançarem uma nutrição e oxigenação corretas, bem como eliminar corretamente os excessos. Os locais que apresentam uma irrigação deficiente estão mais propensos a desenvolver doenças. O objetivo do tratamento osteopático é manter a circulação sanguínea desobstruída.

Filosofia

Do grego osteón que significa estrutura e pathos manifestação, a osteopatia pode ser entendida com uma relação da estrutura corporal com suas manifestações. Quando a estrutura está em harmonia o resultado será um corpo saudável e se existe desequilíbrio o corpo torna-se enfermo.
A partir dessa análise Dr. Still estabeleceu quatro princípios fundamentais que são os pilares da filosofia osteopática.

01. A estrutura governa a função

Para que as funções corporais (movimento, respiração, digestão, etc.) sejam realizadas perfeitamente é necessário que as estruturas relacionadas a essas atividades estejam também em harmonia.

02. A unidade do corpo

O corpo é único e indivisível e todas as suas partes se relacionam entre si e se entrecruzam o tempo todo, ou seja, o problema pode surgir em um local específico, mas reflete e exerce sua influência sobre todo o corpo. Podemos ilustrar da seguinte forma: imagine que você atirou uma pedra no lago e formaram-se várias ondas que se propagam por todo o lago a partir do local atingido pela pedra. O local que foi atingido pela pedra é o local que apresenta a disfunção e as ondas são a repercussão dessa disfunção por todo o corpo.

03. Autocura

“O organismo humano é a farmácia de Deus” (Dr. A. T. Still).

O corpo possui todos os mecanismos para se autocurar, produzindo as substâncias que necessita para enfrentar uma doença e recuperar-se. Do ponto de vista osteopático é necessário encontrar e solucionar o impeditivo do caminho natural da cura do corpo.

04. A lei da artéria é absoluta

Todos os tecidos do corpo devem ter uma boa irrigação para alcançarem uma nutrição e oxigenação corretas, bem como eliminar corretamente os excessos. Os locais que apresentam uma irrigação deficiente estão mais propensos a desenvolver doenças. O objetivo do tratamento osteopático é manter a circulação sanguínea desobstruída.

Alívio eficaz e permanente das dores

Melhora do desempenho esportivo

Prevenção de lesões

Aumento da qualidade de vida

Benefícios

Melhora do sono e disposição

Alívio de desconfortos secundários

Baixo custo em longo prazo quando comparado a outros tratamentos

Não utilização de medicamentos

Alívio eficaz e permanente das dores
Melhora do desempenho esportivo
Prevenção de lesões
Aumento da qualidade de vida

Benefícios

Melhora do sono e disposição
Alívio de desconfortos secundários
Baixo custo em longo prazo quando comparado a outros tratamentos
Não utilização de medicamentos

Indicações

A Osteopatia é indicada para o tratamento de dores, disfunções viscerais e também para aqueles que querem melhorar a qualidade de vida. Pode ser realizada desde recém-nascidos a idosos, independente do gênero ou estado físico. Além disso, é reconhecida e indicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pode ser realizada simultaneamente a outros tratamentos.

• Ciática
• Cólica menstrual
• Constipação intestinal
• Disfunções da Articulação Temporomandibular (ATM)
• Dor cervical
• Dor lombar
• Entorse
• Enxaqueca e dor de cabeça
• Fadiga crônica
• Fibromialgia

• Hérnia de hiato e refluxo gastroesofágico
• Hérnia e protrusão discal
• Labirintite
• Nevralgias do nervo trigêmeo
• Problemas relacionados ao estresse
• Problemas respiratórios
• Rinite e sinusite
• Tendinite e bursite
• Torcicolo

Indicações

A Osteopatia é indicada para o tratamento de dores, disfunções viscerais e também para aqueles que querem melhorar a qualidade de vida. Pode ser realizada desde recém-nascidos a idosos, independente do gênero ou estado físico. Além disso, é reconhecida e indicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pode ser realizada simultaneamente a outros tratamentos.

• Ciática
• Cólica menstrual
• Constipação intestinal
• Disfunções da Articulação Temporomandibular (ATM)
• Dor cervical
• Dor lombar
• Entorse
• Enxaqueca e dor de cabeça
• Fadiga crônica
• Fibromialgia

• Hérnia de hiato e refluxo gastroesofágico
• Hérnia e protrusão discal
• Labirintite
• Nevralgias do nervo trigêmeo
• Problemas relacionados ao estresse
• Problemas respiratórios
• Rinite e sinusite
• Tendinite e bursite
• Torcicolo

As sessões

Duração

Geralmente a primeira consulta tem uma duração maior, me média uma hora até uma hora e meia. As demais levam em média de trinta a quarenta minutos.

Entrevista

Inicialmente é feita a anamnese: momento em que o paciente relata suas queixas e é questionado sobre o histórico do problema e outros eventos que ocorreram ao longo de sua vida e que podem ter influência ou relação com as queixas atuais. Dessa maneira é possível construir uma linha de raciocínio embasada para garantir a assertividade do tratamento.

Testes

Após a entrevista, realiza-se uma inspeção palpatória e testes específicos cujos resultados são somados aos dados obtidos na anamnese, a fim de determinar os locais que mais influenciam no problema do paciente com a máxima precisão.

Procedimentos

Concluídos os testes, o fisioterapeuta osteopata elege e aplica as técnicas adequadas para tratar áreas em desequilíbrio.

Recomendações

O tratamento não termina no consultório, é importante que o paciente seja protagonista da sua própria saúde. Por isso, geralmente são dadas algumas recomendações aos pacientes para que sejam seguidas entre uma consulta e outra.
É de extrema importância respeitar os intervalos recomendados entre as consultas.

A visão sobre as doenças

“… somos frutos de nossos hábitos e comportamento e isso pode ser benéfico ou não para nosso organismo…”

Continuar lendo

Em geral somos frutos de nossos hábitos e comportamento, o que pode ser benéfico ou não para nosso organismo. Se mantivermos uma rotina que englobe boa alimentação, exercícios regulares e, se desenvolvermos a capacidade de administrar as sobrecargas emocionais de maneira eficiente, as chances de adquirir doenças irão reduzir proporcionalmente, apesar de não desaparecem por completo. Se praticarmos o contrário disso tudo com uma alimentação desregrada, sedentarismo e o excesso de estresse, nosso corpo ficará mais vulnerável e irá criar um ambiente propício para o desenvolvimento das doenças. Quando revertido esse quadro, naturalmente o corpo irá se reorganizando e as doenças tendem a melhorar, de acordo com a quantidade de danos prévios, que podem ser fatores limitantes.

Os profissionais devem participar promovendo a saúde, caminhado lado a lado com a prevenção e não apenas trabalhando na eliminação dos sintomas, ou seja, sempre que possível deve atuar na causa, de maneira eficiente e duradoura, educando os pacientes para que se mantenham em constante equilíbrio.

As sessões

Duração

Geralmente a primeira consulta tem uma duração maior, me média uma hora até uma hora e meia. As demais levam em média de trinta a quarenta minutos.

Entrevista

Inicialmente é feita a anamnese: momento em que o paciente relata suas queixas e é questionado sobre o histórico do problema e outros eventos que ocorreram ao longo de sua vida e que podem ter influência ou relação com as queixas atuais. Dessa maneira é possível construir uma linha de raciocínio embasada para garantir a assertividade do tratamento.

Testes

Após a entrevista, realiza-se uma inspeção palpatória e testes específicos cujos resultados são somados aos dados obtidos na anamnese, a fim de determinar os locais que mais influenciam no problema do paciente com a máxima precisão.

Procedimentos

Concluídos os testes, o fisioterapeuta osteopata elege e aplica as técnicas adequadas para tratar áreas em desequilíbrio.

Recomendações

O tratamento não termina no consultório, é importante que o paciente seja protagonista da sua própria saúde. Por isso, geralmente são dadas algumas recomendações aos pacientes para que sejam seguidas entre uma consulta e outra.
É de extrema importância respeitar os intervalos recomendados entre as consultas.

A visão sobre as doenças

… “somos frutos de nossos hábitos e comportamento e isso pode ser benéfico ou não para nosso organismo…”

Continuar lendo

Em geral somos frutos de nossos hábitos e comportamento, o que pode ser benéfico ou não para nosso organismo. Se mantivermos uma rotina que englobe boa alimentação, exercícios regulares e, se desenvolvermos a capacidade de administrar as sobrecargas emocionais de maneira eficiente, as chances de adquirir doenças irão reduzir proporcionalmente, apesar de não desaparecem por completo. Se praticarmos o contrário disso tudo com uma alimentação desregrada, sedentarismo e o excesso de estresse, nosso corpo ficará mais vulnerável e irá criar um ambiente propício para o desenvolvimento das doenças. Quando revertido esse quadro, naturalmente o corpo irá se reorganizando e as doenças tendem a melhorar, de acordo com a quantidade de danos prévios, que podem ser fatores limitantes.

Os profissionais devem participar promovendo a saúde, caminhado lado a lado com a prevenção e não apenas trabalhando na eliminação dos sintomas, ou seja, sempre que possível deve atuar na causa, de maneira eficiente e duradoura, educando os pacientes para que se mantenham em constante equilíbrio.

Dúvidas frequentes

01. Quanto tempo dura um tratamento?

No geral é comum que algum resultado apareça logo na primeiro consulta, mas a ideia é que o progresso seja continuado com o desenrolar do tratamento. Porém, a melhora do sintoma não significa término do problema, portanto, deve-se respeitar rigorosamente os intervalos entre as sessões.

O tratamento normalmente varia de 4 a 6 consultas em um período de 2 a 3 meses.

Após esse prazo são feitas sessões de manutenção e o intervalo varia de uma pessoa para outra de acordo com suas necessidades e hábitos.

02. Existe alguma contraindicação?

Não existem contraindicações para o tratamento osteopático, porém, pode ocorrer alguma contraindicação a alguma técnica, que poderá ser substituída por outra sem prejudicar os resultados. Pode ser realizado por pessoas recém-nascidas a idosos.

03. A osteopatia é indicada para quem não tem nenhum tipo de problema?

Sim, a Osteopatia, por trabalhar na prevenção de doenças, é uma excelente forma de manter a saúde e qualidade de vida em dia, pois proporciona um equilíbrio global do corpo.

04. Por que não tratar o local que tenho dor?

A dor é um aviso que determinada região do corpo encontra-se em perigo. Dentro da visão da osteopatia, a dor é sinônimo de sobrecarga. Desta forma é comum que o tratamento não permaneça focado nos lugares de concentração da dor, pois geralmente são secundários a outros desequilíbrios.

05. O que precisa fazer para ser um fisioterapeuta osteopata?

No Brasil a Osteopatia não é uma profissão independente, é reconhecida como especialidade pelo Conselho de Fisioterapia. Para isso, é necessário ser formado em Fisioterapia e realizar uma pós-graduação em Osteopatia com carga horária mínima de 1500 horas.

Dúvidas frequentes

01. Quanto tempo dura um tratamento?

No geral é comum que algum resultado apareça logo na primeiro consulta, mas a ideia é que o progresso seja continuado com o desenrolar do tratamento. Porém, a melhora do sintoma não significa término do problema, portanto, deve-se respeitar rigorosamente os intervalos entre as sessões.

O tratamento normalmente varia de 4 a 6 consultas em um período de 2 a 3 meses.

Após esse prazo são feitas sessões de manutenção e o intervalo varia de uma pessoa para outra de acordo com suas necessidades e hábitos.

02. Existe alguma contraindicação?

Não existem contraindicações para o tratamento osteopático, porém, pode ocorrer alguma contraindicação a alguma técnica, que poderá ser substituída por outra sem prejudicar os resultados. Pode ser realizado por pessoas recém-nascidas a idosos.

03. A osteopatia é indicada para quem não tem nenhum tipo de problema?

Sim, a Osteopatia, por trabalhar na prevenção de doenças, é uma excelente forma de manter a saúde e qualidade de vida em dia, pois proporciona um equilíbrio global do corpo.

04. Por que não tratar o local que tenho dor?

A dor é um aviso que determinada região do corpo encontra-se em perigo. Dentro da visão da osteopatia, a dor é sinônimo de sobrecarga. Desta forma é comum que o tratamento não permaneça focado nos lugares de concentração da dor, pois geralmente são secundários a outros desequilíbrios.

05. O que precisa fazer para ser um fisioterapeuta osteopata?

No Brasil a Osteopatia não é uma profissão independente, é reconhecida como especialidade pelo Conselho de Fisioterapia. Para isso, é necessário ser formado em Fisioterapia e realizar uma pós-graduação em Osteopatia com carga horária mínima de 1500 horas.

As especificações são desenvolvidas pela Associação dos Osteopatas do Brasil – AOB, que é conveniada o Conselho Federal de Fisioterapia – COFFITO e juntos regularizam a especialização profissional em osteopatia. Para isso todo fisioterapeuta que realizar a formação em osteopatia deve prestar uma prova que o habilitará como especialista na área.

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